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Sling: o que é e como usar

Sling são carregadores de bebê e são alternativas para levar o bebê a passeios e mantê-los próximo ao adulto sempre que houver necessidade.

Até há alguns anos, não era tão comum ver crianças e bebês sendo carregados em pedaços de pano junto ao corpo do adulto. Um dos motivos é que, para algumas pessoas, carrega-los dessa forma significa dar muito colo e, com isso, faz as crianças ficarem mimadas. Uma coisa não tem relação direta com a outra. Os pequenos precisam sentir o cheiro, as batidas do coração, a respiração e ter o maior contato possível com as mães. Entenda mais sobre o acessório e como utiliza-lo de forma segura!

De onde vem o Sling

Sling é um grande pedaço de pano para carregar o bebê. O acessório não é algo inventado recentemente: sempre foi e ainda é utilizado por comunidades não ocidentais como as indígenas, africanas, orientais e sul-americanas.

Há alguns anos, a forma de manter os filhos perto das mães e, ao mesmo tempo, deixar suas mãos livres, está sendo popularizado. Podemos dizer que o sling “está na moda”, mas muito além de algo passageiro, é uma maneira prática e segura de carregar o bebê, que precisa sentir o carinho, calor, segurança e amor do colo.

Famosos como Mel Lisboa, Adriane Galisteu, Nicole Kidman, Julia Roberts, Brad Pitt e Angelina Jolie, Camila Pitanga e Kate Hudson já foram flagrados utilizando o acessório e, por isso, o item está ainda mais em destaque.

Como usar o acessório

O Sling é um tecido longo que a mãe (ou quem for carregar o bebê) prende no corpo pelas costas, barriga e ombros do adulto e distribui equilibradamente o peso do bebê. Pode ser usado desde o bebê recém-nascido até os dois anos, mas há pessoas que utilizam em crianças mais crescidinhas.

Dê uma olhada nesses dois vídeos para aprender como usar:

Como usar o sling de argola

 

Como usar o Sling.

Existem diversos tipos do acessório, como o: sling de argolas, pouch, wraps, fast wraps, Mei Tai e os modelos tipo mochila. Veja no site Sampa Sling os modelos.

O site Sampa Sling promove frequentemente Slingadas, para as mamães e os papais conhecerem melhor as técnicas e opções para utilizar o sling.

Depoimento de quem usa:

A Grão de Gente conversou com Renata Bolsoni Castilla, mãe de Clara, de  4 meses e meio. Ela diz que desde recém nascida usa o sling com ela. “A Clara, no início, tinha muitas cólicas e eu o usava para ela poder se sentir mais acolhida e ajudava muito com as dores”. Renata diz que quando estava grávida, ela achava que não ia conseguir fazer todas as amarrações, mas ela completa: “com o tempo de uso percebi que não é nenhum bicho de sete cabeças e acabou se transformando automático”.

“De fato, muitas vezes sinto que o sling facilita minha vida e me pego pensando: ‘o que seria de mim sem o sling?’ Na minha vida ele é: facilidade, conforto e bem estar”, conta Renata. “Uso para passear e a Clara adora quando estou em casa nos dias que ela está mais manhosa, querendo mais colo, coloco ela no sling e continuo fazendo as coisas de casa, como lavar as roupas, fazer o almoço e cuidar das plantas. De fato, vejo como ele me ajuda e me deixa mais próxima da minha pequena, amamento sem problema algum e quando ela dorme com o ouvido no meu peito me faz recordar quando dormia no colo da minha mãe e me encanto com o aconchego da pequenina”.

Vantagens do uso do sling ou similar

  • Tranquilidade e bem estar do bebê;
  • Dormem mais, choram menos, têm menos cólicas, crescem seguros e sorridentes, sentam e andam mais cedo e interagem melhor com o mundo, observando de cima;
  • Adultos com mãos livres para realizar outras tarefas;
  • Facilita a locomoção, não precisando do carrinho;
  • Ajuda a criar vínculo entre o adulto e o bebê;
  • Carregar em diversas posições desde os primeiros dias, até os 2 anos (ou mais!);
  • O adulto fica mais confortável porque o peso é dividido;
  • Nos momentos do passeio, o bebê fica pertinho da mãe, observando o que consegue, curtindo o passeio e interagindo com a mãe;
  • Mantem o bebê sempre visível e beijável 😉

 Atenção na hora de utilizar o Sling

  • Muito cuidado com a posição do bebê dentro do sling. Procure vídeos na internet e consulte a loja onde comprou o sling para saber as posições adequadas. Caso esteja inseguro, evite utilizar até que tire todas as suas dúvidas;
  • A posição adequada para o bebê é que ele fique com o joelho alinhado com o quadril e o apoio deve ser pelo bumbum. Não deixe-o com as perninhas penduradas e não deixe-o apoiado pela zona genital;
  • Enquanto o bebê ainda é recém-nascido, e ainda está muito molinho, procure fazer um cueiro para depois colocar o bebê no sling;
  • Prefira marcas que sejam confiáveis, que garantam a qualidade;
  • Se for utilizar argolas, prefira a que não tenham emendas e com garantia de qualidade;
  • Tecidos macios, confortáveis e resistentes;
  • Prefira tecidos 100% algodão;
  • Não esqueça de deixar o bebê bem confortável e com espaço suficiente para respirar;
  • Cuidado para o bebê não cair pelos buracos do sling;
  • Cheque sempre se o bebê está com ar circulando;
  • Não deve estar curvado, o queixo não deve encostar no peito;
  • O bebê deve estar confortável e
  • A cabeça deve estar protegida e o peso bem distribuído

Respostas às críticas do uso do sling

Algumas pessoas, inclusive especialistas, criticam o uso do sling por acharem que dar muito colo mantem a criança dependente e mais manhosa do que o normal. No entanto, uma pesquisa feita pelo Departamento de Psiquiatria da Faculdade de Medicina de Harvard mostra algo diferente. De acordo com o estudo, a educação americana é influenciada pelo medo que as crianças cresçam dependentes, mas afirmam que o contato físico faz com que eles se tornem mais seguros e capazes de construir melhores relacionamentos quando for o momento de tomarem suas próprias decisões.

De acordo com a pesquisa e os especialistas em sling, as crianças que ficam no sling se tornam mais independentes e querem menos colo. Rosângela Alves, consultora de uma empresa de sling, declarou que “ninguém sente falta do que tem”. Ela também fala sobre a diferença do colo e do carrinho: “No colo, o bebê resmunga e você já olha pra ele, oferece o peito, dá um sorriso, conversa com ele e faz um carinho. No carrinho, além de você estar empurrando-o pra longe de você, se ele precisar de algo, vai chorar. E acaba sempre sendo um vício do bebê chorar sempre pra chamar atenção”.

Os bebês que são carregados no colo se sentem mais amparados e seguros com o aconchego, e isso melhora a capacidade de desenvolvimento. De acordo com os especialistas, a sociedade ocidental evita levar as crianças do colo e isso pode ser o motivo de tantos adultos dependentes: “Não receberam colo quando deveriam”.

Outras pessoas criticam o uso do sling porque acreditam que a criança não conseguirá mais ficar brincando no chão, no berço ou longe da mãe. No entanto, mesmo aderindo ao acessório, não há necessidade de ficar sempre no colo. O Sling é apenas uma alternativa para caminhar, amamentar ou fazer atividades com o bebê, já que o carrinho, opção mais popular, mantém o bebê distante dos pais.

As crianças são seres emocionais e não tanto racionais, principalmente os recém nascidos, precisam do calor, do cheiro, do tato e de ouvir a voz e as batidas do coração da mãe e do pai. Afinal, eles acabaram de sair do útero e, quanto mais acolhido se sentirem, mais felizes serão.

Essas foram algumas dicas de como carregar seu bebê quando ele sair da sua barriguinha. Enquanto ele ainda está por aí, acesse o site da Grão de Gente e prepare seu quartinho com enxovais, móveis e todos os detalhes para sua decoração.

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