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Mãe e bebê devem ficar juntos após o parto

Manter a conexão da mãe e do bebê logo após o parto é importante para a saúde e o fortalecimento do vínculo de ambos. Para incentivar essa conexão, o Ministério da Saúde publicou no Diário Oficial da União a portaria 2.068 que recomenda que a mãe e o bebê sejam mantidos no mesmo ambientes durante as primeiras 24 horas após o parto.

A nova portaria visa a atenção integral e humanizada à mulher e ao recém-nascido no Alojamento Conjunto – local em que a mulher e o recém-nascido sadio, logo após o nascimento, permanecem juntos, em tempo integral, até a alta. De acordo com a publicação, o Alojamento Conjunto possibilita a atenção integral à saúde da mulher e do recém-nascido, por parte do serviço de saúde.

mãe e filho devem ficar juntos após o parto

 

A publicação lista uma série de vantagens sobre a manutenção da mulher e do recém-nascido no alojamento conjunto após o parto:

– favorece e fortalece o estabelecimento do vínculo afetivo entre pai, mãe e filho;

– propicia a interação de outros membros da família com o recém-nascido;

– favorece o estabelecimento efetivo do aleitamento materno com o apoio, promoção e proteção, de acordo com as necessidades da mulher e do recém-nascido, respeitando as características individuais;

– propicia aos pais e acompanhantes a observação e cuidados constantes ao recém-nascido, possibilitando a comunicação imediata de qualquer anormalidade;

– fortalece o autocuidado e os cuidados com o recém-nascido, a partir de atividades de educação em saúde desenvolvidas pela equipe multiprofissional;

– diminui o risco de infecção relacionada à assistência em serviços de saúde;

– propicia o contato dos pais e familiares com a equipe multiprofissional por ocasião da avaliação da mulher e do recém-nascido, e durante a realização de outros cuidados.

 

É importante ressaltar que a mãe e o bebê precisam estar clinicamente estáveis para ficarem juntos após o parto. A publicação prevê algumas recomendações para as mãe e bebês irem para o alojamento conjunto:

I – mulheres clinicamente estáveis e sem contraindicações para a permanência junto ao seu bebê;

II – recém-nascidos clinicamente estáveis, com boa vitalidade, capacidade de sucção e controle térmico; peso maior ou igual a 1800 gramas e idade gestacional maior ou igual a 34 semanas;

III – recém-nascidos com acometimentos sem gravidade, como por exemplo: icterícia, necessitando de fototerapia, malformações menores, investigação de infecções congênitas sem acometimento clínico, com ou sem microcefalia;

IV – recém-nascidos em complementação de antibioticoterapia para tratamento de sífilis ou sepse neonatal após estabilização clínica na UTI ou UCI neonatal.

De acordo com o Ministério da Saúde, a prática já é comum nos hospitais e maternidades. O intuito da portaria é reforçar e recomendar que isso passe a ser uma regra. Ficou com alguma dúvida? Leia a portaria na íntegra aqui.

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