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Anestesia epidural e raquianestesia: Qual é a diferença?

As anestesias geram controvérsia e até medo entre muitas pessoas. Na hora do parto, então, a preocupação com o bebê faz com que as mães sintam-se inseguras sobre se devem ou não recorrer a elas. Conversamos com o dr. Gilberto Mello para entender as diferenças entre a anestesia epidural e raquianestesia no parto. Confira!

 

Quando é necessária

Anestesia epidural e raquianestesia: Qual é a diferença?

O ginecologista e obstetra Gilberto Mello detalhou as principais diferenças entre a anestesia epidural e a raquianestesia no Palavra do Especialista, no canal do YouTube da Grão de Gente. “Hoje em dia, com o desenvolvimento da medicina, os anestesistas estão muito especializados, e o procedimento é diferente diante de uma gestante”, explicou.

Por isso, não tenha medo, mamãe! Vale ressaltar que às vezes o procedimento é essencial para um parto de sucesso e, no fim das contas, só queremos que nossos pequenos nasçam com saúde.

 

Raquianestesia

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Quando é preciso realizar uma cesárea, a gestante recebe a raquianestesia, que é a alternativa mais segura para esse tipo de parto, por deixar o útero mais relaxado, facilitando a retirada do bebê. O efeito da ‘raqui’ é a perda de sensibilidade da parte inferior do corpo. Abaixo das mamas, não se sente mais nada depois da aplicação.

A crença de que a raquianestesia causa dor de cabeça foi desmistificada pelo Dr. Gilberto: “Hoje em dia as agulhas são muito fininhas, não tem mais aquela história de que não pode levantar a cabeça ou usar travesseiro. A incidência da cefaléia (dor de cabeça) proveniente da anestesia já diminuiu muito”. Assim que a mãe recupera o movimento das pernas, tudo volta ao normal, dentro de seu limite.

 

Anestesia epidural ou peridural

Anestesia epidural e raquianestesia: Qual é a diferença?

No parto normal, quando métodos não-farmacológicos (como banho, chuveiro, massagem, bola e dança, por exemplo) não são suficientes para controlar a dor, os médicos costumam recorrer à anestesia epidural, também chamada de peridural. “Se o sucesso do seu parto normal depende do controle da dor, aí sim é a hora da anestesia entrar”, conta dr. Gilberto.

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A anestesia epidural tira a sensibilidade, e tem um poder maior de analgesia, não interferindo tanto na parte motora. Numa anestesia epidural, é possível até que a gestante ande normalmente e tenha boa movimentação das pernas, sem atrapalhar o trabalho de parto. Sendo assim, é possível realizar outros métodos, como a bola, para aumentar a dilatação ainda que a anestesia já tenha sido aplicada.

“Dependendo da fase do trabalho de parto, normalmente no início, a anestesia epidural vai por um catéter. Por meio dele, é possível repetir as doses, não precisa ser uma dose total. As doses vão se repetindo de acordo com sua necessidade”, diz o obstetra.

Palavra do Especialista

No Palavra do Especialista, o Dr. Gilberto Mello contou todos os detalhes sobre os dois tipos de anestesia usadas no parto. Confira o vídeo na íntegra e aproveite para se inscrever no canal, assim você não perde nenhuma novidade! Tem Palavra do Especialista toda quarta-feira às 18h.

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