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VSR: entenda o vírus que afeta os bebês

Em tempos de coronavírus, febre, tosse e coriza anunciam um sinal de alerta! Muito confundido com um simples resfriado, o VSR – vírus sincicial respiratório – atinge crianças e adultos e é responsável pela maior parte dos casos de bronquiolite em menores de 2 anos. Ele começa a circular nos meses de outono e permanece até a primavera. Então, é tempo de prestar atenção na saúde dos pequenos!

Embora o diagnóstico seja complicado, estima-se que 100% das crianças irão contrair o VSR, mas a boa notícia é que a maioria tem sintomas leves! Ufa, né? Que alívio!

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Nessa fase, a facilidade de contágio é muito grande, como de outras doenças respiratórias, que acontece por meio do contato com superfícies contaminadas ou de indivíduo para indivíduo através do espirro, tosse e fala. O vírus pode sobreviver por até seis horas nos brinquedos! Mais um motivo para você redobrar os cuidados com a higiene!

Quem são os mais afetados pelo VSR? 

Ele pode ocorrer em qualquer idade, porém, tem maior gravidade nos primeiros seis meses, recém-nascidos prematuros, bebês com cardiopatia ou problemas crônicos nos pulmões. Para essas faixas etárias, a atenção deve ser redobrada porque, além dos sintomas similares ao de uma gripe, a virose provoca também falta de ar e chiado e pode exigir internação.

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O grande problema do vírus é que o corpo não cria imunidade após o primeiro contato,  o  que acontece com a catapora, o sarampo ou a caxumba, por exemplo.

Prevenção e diagnóstico

O diagnóstico só pode ser comprovado a partir de exames laboratoriais. Os papais devem ficar atentos se o bebê está respirando com dificuldade e se está se alimentando direito. 

Não há vacinas para a doença. O que pode acontecer é a imunização passiva, quando são injetados anticorpos específicos para VSR, via intramuscular na criança, em doses mensais (durante cinco meses). É possível recebê-las pela rede pública, desde que o pequeno siga os critérios estabelecidos pela Organização Mundial da Saúde (OMS): bebês prematuros, com cardiopatias, doenças crônicas pulmonares ou condições graves que comprometam os pulmões ou função imune. 

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Fora isso, prevalece os cuidados ambientais, parecidos com os do novo coronavírus. São eles: 

  • Manter distância de pessoas com sintomas de gripes ou resfriados
  • Lavar bem as mãos e usar álcool em gel 
  • Usar máscaras em crianças acima de 2 anos
  • Amamentar: o leite materno fortalece o sistema imunológico 
  • Fugir de aglomerações de pessoas
  • Manter distância de fumaça de cigarro
  • Limpar e desinfetar os brinquedos diariamente 

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