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A importância da alimentação no desenvolvimento da fala

Fala e alimentação se relacionam? Sim! Ambas possuem diversas interfaces que se conectam e desenvolvem à medida que o bebê cresce. Ou seja, os movimentos que ele faz com a boca na amamentação e na introdução alimentar são essenciais para o desenvolvimento da fala!

Qual a relação entre o desenvolvimento da fala e a alimentação?

Não podemos falar sobre alimentação sem enfatizar a importância da amamentação! Desde o início, ao sugar o bico do seio da mãe, o bebê começa a exercitar seu aparato bucal (língua, lábios, bochechas e palato) e preparar essas estruturas envolvidas no desenvolvimento da fala.

desenvolvimento da fala

Realizando a coordenação da sucção através da respiração e da deglutição, a amamentação estimula a musculatura da região intra-oral, que logo estará pronta para a introdução alimentar e a fala.

E quando bebê não pega o peito?

Na mamadeira, o leite praticamente cai na boquinha do bebê sem precisar fazer muito esforço. Uma forma para melhorar essa questão é não aumentar o furo da mamadeira, optando por modelos com bico ortodôntico, pois têm a forma similar ao bico do seio.

Introdução alimentar e o desenvolvimento da fala

A partir dos seis meses, quando a criança passa a ficar mais tempo sentada e a introdução alimentar começa, várias mudanças acontecem. A gravidade posiciona melhor a língua dentro da boca, começam a nascer os primeiros dentinhos e a criança ganha amplitude na cavidade oral. 

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Além disso, ela percebe os estímulos dos alimentos na boca. Eles geram uma reação em cadeia de sensações e reações – que fazem com que a língua do bebê comece a aprender novos movimentos. Essa interface sensorial de repetição de padrão estimulada pelos alimentos impacta diretamente na fala!  

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O que antes era apenas segurar o seio da mãe e sugar o leite materno, agora se transforma em novos impulsos, como preparar o bolo alimentar e mastigar. Essa nova variedade de movimentos vai estimular a fala, fazendo com que o balbucio do bebê se desenvolva, criando novos sons e repertório.

Atenção: preste atenção na consistência dos alimentos!

É muito importante oferecer às crianças não só alimentos pastosos, mas com uma consistência que exija a mastigação, pois estará estimulando os órgãos fonoarticulatórios (lábios, língua, bochechas, palato, dentes) e criando força muscular oral, que são essenciais para a fala. 

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Se o bebê seguir uma alimentação pastosa por muito tempo, os músculos podem ficar flácidos. Por isso, papinhas, purês e mingaus devem ser oferecidos com atenção! 

Por isso, é fundamental oferecer os alimentos em diferentes texturas e formas, então nunca passe a papinha no liquidificador! Cozinhe os alimentos até ficarem bem macios, aí amasse bem com o garfo.

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