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Cama compartilhada: pode ou não pode?

Se você está prestes a se tornar mãe ou pai de primeira viagem, prepare-se para um das grandes dúvidas desse período – cama compartilhada: pode ou não pode? 

O tema divide opiniões de pais e, até mesmo, de profissionais, que apresentam os prós e contras desta prática. Muitos falam sobre os benefícios do contato prolongado com a mãe, enquanto outros reforçam a tese de prática inapropriada para pais que consomem álcool ou fumam, e com bebês prematuros.

Para te ajudar a entender mais sobre o assunto, entrevistamos uma consultora materno-infantil e uma mãe que utilizou o método da cama compartilhada. Confira:

Cama compartilhada

Cama compartilhada –  como ter seu filho por perto sem prejudicar o desenvolvimento?

O bebê nasceu, os dias na maternidade chegaram ao fim, e agora?! Onde colocá-lo para dormir?! “A recomendação da Sociedade Brasileira e Americana de Pediatria é de que até os 6 meses (no mínimo), os pais compartilhem o quarto com o bebê”, destacou Ariadne Annibal, consultora materno – infantil. 

Vale lembrar que, nesses primeiros dias, é fundamental que o bebê tenha a sensação do aconchego de estar perto da mãe, pois ele estava acostumado com essa proximidade durante a gestação, ouvindo os batimentos cardíacos em um ambiente quente e acolhedor.

Uma boa opção pode ser a utilização de um mini berço acoplado à cama ou um berço no mesmo ambiente. Para muito pais, compartilhar a cama é algo natural e, seguindo algumas recomendações de segurança, como o uso de grades ou protetores, pode proporcionar um ambiente tranquilo para toda a família.

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Dessa forma, mesmo que o bebê acorde na madrugada, esse padrão de sono passa despercebido pelos pais, e muitas mães relatam que se sentem mais descansadas, como é o caso da jornalista Graziela do Rosário.

“Para mim, a cama compartilhada foi uma libertação, pois eu não senti tanto o cansaço das noites mal dormidas. Tentei colocar ela no berço uma noite e foi muito exaustivo levantar, pegar ela no colo, amamentar, fazer dormir… Por isso, usei um ninho pra colocar ela na cama comigo. Usei até ela fazer uns 8 meses.”, comenta Graziela.

Dica: Um ótimo item para ajudar nessa divisão de espaço para o bebê na cama dos pais é o ninho redutor de berço, confira os modelos exclusivos da Grão de Gente!

Cama compartilhada

Como acostumar as crianças a dormirem sozinhas?!

Com o crescimento da criança, muitos pais procuram maneiras tranquilas para encarar essa transição natural e fazer com que os filhos se acostumem a dormir sozinhos. Para essa fase, a principal dica é: auxilie a criança a se sentir segura!

Cama compartilhada

Não apenas segurança física, mas principalmente, emocional. Tenha momentos de conexão com a sua criança sem televisão ou eletrônicos por perto. Fortaleça o vínculo de vocês”, comenta a consultora materno – infantil. 

Dentro da possibilidade da cada família, é válido envolver o pequeno na escolha da cama, dos enfeites e acessórios do quarto. É importante que ele reconheça aquele ambiente como um lugar no qual ele goste de estar.

Uma rotina adequada durante o dia, com passeios ao ar livre, contato com a natureza, sonecas e uma boa alimentação também são fundamentais na manutenção de uma noite de sono tranquila!

“A previsibilidade faz com que as crianças se sintam seguras, elas gostam de saber o que vai acontecer. Nada de rigidez! Mostre que você está presente e pronta para acolher as necessidades dela”, afirma Ariadne Annibal.

Cama compartilhada

Afinal, pode ou não pode?

Mamães e papais, fiquem tranquilos!

Vale lembrar sempre que não existe pode ou não pode, certo ou errado. Cama compartilhada é uma decisão dos pais e, caso a família opte por fazer, existem alguns cuidados simples que devem ser adotados:

 – Sofás, camas d’água e outras superfícies improvisadas são perigosas. Escolha um colchão firme, que pode ser colocado direto no chão ou em uma cama de casal, oferecendo espaço suficiente para acomodar a família;

– Posicione a cama no centro do quarto, longe das paredes e sem formar nenhum vão em que o bebê possa ficar “preso”. Ao contrário do que crê o senso comum, as quedas não são a principal ameaça e, sim, esses espaços. Mas, se tiver receio e quiser se sentir mais seguro, forre o chão com travesseiros ou outro colchão, garantindo uma proteção extra;

– Se você tem outro filho ou um pet, saiba que eles não podem compartilhar a cama com o bebê – somente a mãe e o pai;

– Bichos de pelúcia, almofadas e quaisquer objetos são contraindicados;

– Os adultos devem prender os cabelos, se forem compridos, evitar pijamas com cordinhas, que possam enroscar no bebê, e retirar joias;

– Os dois adultos devem reforçar a consciência de que o bebê está na cama, enviando essa informação ao cérebro, a fim de manter a devida atenção, mesmo durante o sono.

O mais importante é fazer tudo de forma tranquila e muito afetuosa❣️

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Comentário
  • São muito lindos mesmo! Adorei e estou esperando a chegada de uma netinha!

    1 de setembro de 2019

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